Melissa lança sapatilha de gatinho

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Roupas com animal print já podem ser consideradas clássicos da moda. Mas recentemente, sapatos inspirados em pets também têm ganhado espaço nos closets da mulherada. No ano passado mesmo, a sapatilha de gatinho da Charlotte Olympia virou item de desejo e empolgou muita gente a investir nesse tipo de calçado. Por sorte, os gatos estão sempre na lista de peças assim, fazendo a alegria de pessoas que, como eu, são apaixonadas por felinos!

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Eis que para este verão, a Melissa lançou, em parceria com o estilista (e diretor criativo da Chanel) Karl Lagerfeld, uma sapatilha LINDÍSSIMA de gatinho. O sapato faz parte da coleção Eat My Melissa. Esta é a 3ª vez que Karl colabora com sua criatividade e desenvolve modelos para a marca. São quatro calçados, e um deles (o mais lindo na minha opinião) é inspirado em sua gatinha de estimação, a Choupette!

Dá uma olhada nos modelos:

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1. Melissa Ultragirl – sapatilha já famosa entre as melisseiras, inspirada em Choupette, a gatinha de Karl (R$139)
2. Melissa Violatta – rasteirinha com detalhe de pérolas (R$149)
3. Melissa Upside Down Heel  –  peep toe com o salto “invertido” (R$329)
4. Melissa Pearl – peep toe com salto de pérolas (R$219)

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Karl Lagerfeld e sua gatinha, Choupette

 

Esboços de Karl Lagerfeld
Esboço com as criações de Karl Lagerfeld para esta coleção.

More about marinaknobl

Mari tem 24 anos, mora em São Paulo e é jornalista – mas às vezes pega uns freelas de design. É pisciana, palmeirense e apaixonada por comida japonesa. Adora gatos, The Sims e Milkshake, não necessariamente nessa ordem.

  • mna

    “Por que vale a pena ler
    para crianças”

    A importância da
    leitura é indiscutível. É fato que aquele que pratica esse hábito se torna mais
    objetivo, expressivo e bem articulado. Mas quais são as vantagens de ler para uma criança? Será que elas também
    precisam cultivar esse costume, mesmo antes de conseguirem ler sozinhas?

    Algumas pessoas
    ainda não compreendem como é importante ler um livro com uma criança, mesmo que
    seja mais composto por ilustrações que texto. Ler para quem ainda não tem um
    vocabulário extenso formado faz toda a diferença, principalmente na fase em que
    estão aprendendo novas palavras e significados. Por isso, se engana quem acha
    que ler para os pequenos seja perda de tempo. Ainda que eles não sejam capazes
    de compreender tudo o que é dito, esse contato com o universo lúdico da
    literatura infantil é muito importante e não deve ser subestimado. Entre os
    benefícios da leitura, o aprendizado de novas palavras é apenas o primeiro.

    O livro também
    desempenha um papel educacional. Por meio dele, as crianças podem aprender a
    interpretar histórias, reproduzi-las e começar a construir sua visão de mundo.
    Outro aspecto positivo é a relação entre o ato de ler e a formação psicossocial
    individual que se adquire na transição que vai até a fase adulta. Os livros
    infantis são capazes de transmitir valores, criar empatia e desenvolver a
    socialização da criança. Por meio de metáforas, eles apresentam conceitos
    imprescindíveis para a formação de um indivíduo, como o respeito, a cidadania e
    a responsabilidade, de forma completamente sutil.

    Além da questão
    comportamental, a leitura desenvolve a capacidade de sonhar, ao mesclar
    histórias de magia, aventura e ficção com a realidade.

    Por fim, a
    aproximação familiar pode ser a maior vantagem do hábito de ler com as crianças.
    A partir desse costume, os adultos podem abordar temas importantes como o
    bullying, a violência ou as drogas, por exemplo, com muita naturalidade. Por
    esses e outros tantos motivos, pode-se afirmar que a leitura não precisa ser
    individualizada. Ela pode, sim, se transformar em um momento familiar muito
    proveitoso.

    Redação: Marina
    Knöbl Evangelista | Gênero: Artigo